A última edição do periódico Archives of Internal Medicine traz quatro novos estudos confirmando que a atividade física é um forte aliado na prevenção de doenças da mente e do corpo dos idosos. É difícil alguém discordar de que a prática regular de exercícios físicos é um dos mais poderosos agentes para a promoção de um envelhecimento saudável. Tão importante quanto uma vida sem cigarro. Apesar de parecer um conceito inquestionável, foi só a partir da década de 80 que a ciência provou que a atividade física é a prescrição mais eficiente que um médico pode oferecer para que um indivíduo alcance uma velhice de sucesso.

 

Muitos associam a atividade física regular a um menor risco de infarto do coração, mas os benefícios vão muito além. Inúmeras condições clínicas comuns nos idosos são menos frequentes entre aqueles que se exercitam: quedas, fratura de fêmur, osteoartrite, diabetes, derrame cerebral, Doença da Alzheimer e demência de uma forma geral, doenças respiratórias, inúmeros tipos de câncer, osteoporose, obesidade, entre outros. Além disso, a atividade física também está associada a uma maior longevidade e menor chance de dependência física. Quanto mais cedo na vida esta atividade começar, melhor. E mesmo os que começam tardiamente também serão premiados.

 

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