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Prevenir é melhor que remediar. Infelizmente não é isso que está acontecendo entre indivíduos com doenças cardíacas: eles estão fumando mais e com mais obesidade e diabetes. Esse é o resultado de uma pesquisa recém-publicada pelo jornal The Lancet que avaliou fatores de risco vascular ao longo de 12 anos entre europeus que já tiveram problemas cardíacos.

 

Apesar do aumento substancial do uso de drogas anti-hipertensivas, não houve redução na prevalência de hipertensão arterial. A análise aponta que 3 em cada 5 indivíduos ainda apresentam hipertensão arterial, 20% fumam (o fumo entre as mulheres cresceu) e 50% têm alterações nos níveis de gordura no sangue. A freqüência de obesidade e diabetes cresceu de 25% e 17.4% para 38% e 28%.

 

Não adianta deixar a saúde por conta dos remédios: eles não dão conta sozinhos do recado. Medicações e procedimentos salva-vidas na sala de emergência, sem programas de prevenção e reabilitação, são atitudes fúteis quando se pensa em saúde de forma sistêmica. É urgente o apoio de políticas públicas inteligentes de conscientização por uma alimentação saudável, atividade física regular e pelo fim do tabagismo.

 

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