Alguns estudos já haviam chamado a atenção para o fato de que alimentos com aditivos artificiais podem piorar os sintomas entre crianças com o diagnóstico de TDAH. Em 2004, um estudo populacional evidenciou que aditivos artificiais comumente encontrados em alimentos consumidos por crianças poderiam aumentar a chance de sintomas de hiperatividade entre crianças em idade pré-ecolar, não portadoras de TDAH. Recentemente, o mesmo grupo publicou uma extensão do estudo no periódico The Lancet, desta vez mostrando que o efeito existe não só entre pré-escolares com também em crianças entre 8 e 9 anos de idade. O resultado mais importante desse estudo é o de que os sintomas de hiperatividade, inatenção e impulsividade passavam a ser mais freqüentes com o uso de aditivos artificiais em crianças da população geral, e não somente em crianças com diagnóstico de TDAH.

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

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