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Um estudo recém-publicado pelo prestigiado periódico Procedings of the National Academy of Sciences mostrou que quando um indivíduo tem contato com notícias falsas através das redes sociais, ele têm menor tendência de checar sua veracidade.

Pesquisadores da Columbia Business School conduziram oito diferentes experimentos em que os voluntários eram apresentados a uma sequência de notícias. Metade dos participantes tinham acesso às notícias na tela do computador que dava a dica que eles estavam julgando as notícias simultaneamente a várias outras pessoas, como se fosse uma simulação das plataformas de redes sociais. A outra metade recebia a dica que estava fazendo uma análise solitária. Eles poderiam responder falso, verdadeiro, ou uma terceira opção que era de que iriam fazer uma investigação rápida antes de responder. Aqueles que respondiam “em grupo” checavam menos a veracidade das notícias. É como se as pessoas se sentissem mais seguras na companhia de outras e reduzissem instintivamente o estado de vigilância. Boa parte dos animais tem um instinto de que ao andar em bandos estão mais seguros. Os humanos não parecem ser muito diferentes.

Isso numa época que as pessoas passam em média duas horas diárias nas redes sociais nos EUA. Pesquisas realizadas com usuários brasileiros apontam para cifras superiores a três horas diárias.

 

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