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Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro conseguiram mostrar que podemos treinar a ativação de áreas cerebrais envolvidas no sentimento de empatia. O estudo foi recentemente publicado pelo periódico PLoS ONE.

 

O estudo inédito usou a ressonância magnética funcional para atingir um estado de empatia em 25 voluntários jovens. Eles tinham o feedback da máquina em tempo real, permitindo que eles aumentassem a ativação das áreas associadas ao sentimento de ternura e afeto à medida que iam pensando em situações autobiográficas que evocavam esses sentimentos. Outro grupo de voluntários não tinha o feedback e não tiveram qualquer aumento da atividade.

 

Esse neurofeedback é uma promissora ferramenta para o tratamento de transtornos mentais com depressão pós-parto e transtornos de conduta e personalidade. Pode ser uma preciosa fonte de comportamento prossocial.

 

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CBN-RICARDO[1]

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