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Existe um provérbio Chinês que diz: “Eu ouço e eu me esqueço. Eu vejo e eu me lembro”.   Uma pesquisa recém-publicada pelo periódico PLoS ONE demonstrou que não lembramos tão bem daquilo que ouvimos ao compararmos com o que vemos ou tocamos.

Pesquisadores da Universidade de Iowa nos EUA testaram mais de mil estudantes quanto à capacidade de recordar de estímulos sonoros, visuais e táteis.   Os estímulos incluíram desde exemplos do mundo real, como latidos de cachorro, mas também padrões “artificiais”, como conjunto de formas geométricas e tons.  Em ambas as situações os estímulos sonoros foram lembrados com menos facilidade. Os estímulos táteis e visuais foram igualmente lembrados.

Estudos com primatas já mostravam essa mesma diferença entre os diferentes tipos de estímulo. Entre humanos, sons acompanhados de palavras são mais fáceis de serem lembrados do que sons puros. E quando estão no contexto de uma música, ativando as emoções, os sons são ainda mais poderosos.

Os resultados da atual pesquisa devem servir de referência para educadores e profissionais de publicidade para o aprimoramento da comunicação com o público alvo.

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