Ciclistas de elite têm mais capacidade de aguentar por mais tempo um desafio mental do que ciclistas amadores. Isso foi o resultado de uma pesquisa publicada recentemente pelo periódico PLOS One e mostra que atletas de enduro têm realmente um equilíbrio mental avantajado.

Os voluntários foram submetidos a testes cognitivos no computador que foram desenhados com a intenção de levar à fadiga mental. Os ciclistas de elite demoraram mais tempo para ter essa fadiga, medida pelo início do declínio no desempenho cognitivo. Os ciclistas de elite também tiveram um melhor desempenho em testes que mediam a “força de vontade”. Os autores justificam esse resultado até como esperado, já que a vida de um ciclista profissional é acompanhada de extrema disciplina com treinamentos e hábitos de vida.

Essa resistência mental tem seu componente genético, mas não há dúvida de que ela pode ser treinada. E essa maior resistência pode ser o que faz a diferença entre subir ou não subir no pódio.

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