Alguns estudos já haviam demonstrado que trabalhar em turno invertido representa um fator estressante do ponto de vista social e aumenta o risco de tabagismo, obesidade e diabetes. Uma pesquisa conduzida na Alemanha e em processo de publicação na revista Atherosclerosis revelou que indivíduos com história pregressa de trabalho em turno invertido apresentam maior risco de infarto do coração e de aterosclerose, demonstrada através da medida de espessura da camada interna das artérias carótidas. Esse risco aumentado foi independente de outros fatores de risco vascular como o tabagismo ou diabetes, e foi maior entre os indivíduos com mais anos de trabalho noturno. A pesquisa chama a atenção para a necessidade de programas especiais de prevenção de doenças vasculares para os trabalhadores corujões.  

  

 
 

 

 

 

 

 

 

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